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Do desenho industrial à costura- Uma união de conhecimentos

Sempre que conhecemos a história de uma CMC testificamos que essa comunidade é riquíssima de talento, visão e apoio mútuo. Conversamos com a Guadalupe ou Lupe como carinhosamente compõe o nome de seu ateliê. Formada em desenho técnico industrial, inicialmente a ideia do ensino a distância  era dúvida. O ensino online que hoje é muito utilizado, não trazia boas expectativas, segundo o que ela tinha acreditado ser.

Sua visão mudou ao conhecer a Diana, pelas redes sociais e entender o que era ser CMC ela se viu diante de uma oportunidade constante de aprendizado, de troca de experiências, interação com outras pessoas de diferentes formações e claro, ganhar uma renda extra com aquisição do conhecimento que teria no curso.

No período de pandemia Guadalupe se tornou voluntária na confecção de máscaras, ela tinha feito um curso básico de costura que ajudou nos processos iniciais, como passagem de linha e conhecimento da sua máquina. Quando os materiais que tinha em casa acabaram, ela começou a receber encomendas e ficou assim até o fim de 2021, confeccionando máscaras personalizadas por bordado ou sublimação.  Depois que participou da terceira semana CMC tornou-se aluna.

Mesmo não tendo um nicho definido ela consegue atender as demandas que vão surgindo, aliando o trabalho artístico à costura. Isso tem dado a ela variedade de produtos, inclusive pijamas, que confecciona com o conhecimento adquirido no curso expert em pijamas. Sempre se desafiando a aprender novas coisas. Poder empreender com perspectivas de inovação é algo que ela também destaca como possibilidade.

Divulgando seu trabalho nos lugares que frequenta e nas redes sociais ela conseguiu sua primeira encomenda de pijamas e fronhas de cetim.

Ao ouvir a história da idealizadora do: Mimo’s Lupe Arte e Costura tivemos a grata surpresa de saber que ela está conseguindo aplicar seu conhecimento de planificação de projetos na costura de modo que as peças mais complexas, tais como figurinos para teatro os quais precisam vestir a diferentes corpos, cumpram com seu papel atendendo à necessidade do usuário com excelência.

Quando perguntada sobre o que acredita ser necessário para ser uma boa costureira ela indica: Prazer pelo que faz, esmero, pesquisa, busca incansável pelo conhecimento e realização do trabalho como se fosse para si mesma.

Da sua infância a recordação que tem é de uma tia que tinha prática com a costura e enquanto sua tia produzia ela ficava ao pé da máquina.

O nome do seu ateliê veio da junção dos nomes que remetem a mimos e seu nome.

Muitas pessoas tem sua formação e a costura acaba chegando em suas vidas por passa tempo, trabalho ou outros motivos, mas o que importa mesmo, é que se ela chegar, que seja aproveitada ao máximo assim como faz a Guadalupe, que tem se dedicado à produção de pijamas e fronhas de cetim.

Convidamos você a conhecer o perfil dela clicando aqui: https://www.instagram.com/mimos_lupe_arte_e_costura/

A costura é nossa aliada, nos reinventa, nos renova e nos traz o extra que é bom demais não é mesmo?

Parabéns pelo belo trabalho, Guadalupe!

Até a próxima.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Olá Sara, agradeço o carinho e seu comentário. O mundo da costura é grandioso, além do conhecimento técnico e teórico. Traz a possibilidade de compartilharmos nossas experiências. Bjs

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